Coronavírus: Alesp acompanhará ações do comitê de emergência

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SÃO PAULO – A Assembleia Legislativa (Alesp), por meio da Comissão de Saúde, deverá acompanhar a partir de fevereiro as atividades do Comitê de Operações de Emergência (COE), instituído pelo governo federal para atuar preventivamente nos casos com suspeita de contaminação pelo coronavírus. Esta afirmação é do deputado Edmir Chedid (DEM), membro efetivo da Comissão de Saúde.

De acordo com o parlamentar, o governo federal está realizando o monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão acompanha o assunto desde as primeiras notificações em Wuhan, na China (31 de dezembro de 2019). “Não existem casos suspeitos no Brasil, mas é preciso que o acompanhamento seja efetivo a fim de evitar esse problema”, complementou.

Edmir Chedid explicou que o COE tem repassado informações às secretarias de Estado da Saúde sobre coronavírus. Os técnicos do comitê detalharam as orientações publicadas no Boletim Epidemiológico para os profissionais de saúde, destacando as definições de como identificar possíveis casos da doença. “É preciso que os municípios também estejam atentos às informações do COE”, afirmou.

A Organização Mundial de Saúde declarou que há outra província considerada local de transmissão ativa. Agora, além de Hubei, com o epicentro em Wuhan, a província de Guangdong também apresenta transmissão do vírus. As orientações, incluindo as áreas com transmissão, estão sendo atualizadas e disponibilizadas dentro do boletim epidemiológico, no link: saude.gov.br/listacorona.

Imagem: Edmir Chedid declarou que atividade será realizada pela Comissão de Saúde.

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Alesp
Edmir Chedid garantiu que caberá à Comissão de Saúde o acompanhamento das atividades do COE e da secretaria de Estado da Saúde junto às prefeituras. A maior preocupação, segundo o parlamentar, se deve principalmente ao número de turistas que São Paulo está recebendo mensalmente. “Não podemos nos esquecer do carnaval, período que muitos turistas visitam nosso país”, comentou.

Para ele, caberá aos governos estadual e federal o alerta sobre as atividades que estão sendo preparadas aos portos, aeroportos e áreas de fronteiras, como a elaboração de áudios em inglês e mandarim que vão orientar os pacientes com os sintomas a procurarem postos e Unidades Básicas de Saúde (UBSs). “A Alesp agirá como fiscalizadora das atividades em benefício da população”, concluiu.

 

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Anselmo Dequero
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