Após queda, adoção de crianças e adolescentes aumenta no Estado

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SÃO PAULO – A adoção de crianças e adolescentes no Estado está em recuperação, após uma queda de 43% no último ano em decorrência da pandemia do coronavírus. Esta é a conclusão do levantamento realizado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) a pedido da Assembleia Legislativa (Alesp).

De abril a agosto deste ano, foram 558 adoções, ante 431 no mesmo período do ano passado –alta de 29,5%. Se comparado de janeiro a agosto, os números são praticamente os mesmos: 879, em 2020, e 877 neste ano. Em todo o ano de 2019, foram registradas 2.279 adoções, ante 1.289 em 2020.

De acordo com o deputado Edmir Chedid, em todo o país, cerca de cinco mil crianças e adolescentes esperam para ser adotadas. Por outro lado, há 32 mil pretendentes à adoção, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A adoção é uma prática de amor e deve ser valorizada”, disse o parlamentar.

O Tribunal de Justiça de São Paulo afirma que qualquer pessoa maior de 18 anos de idade pode adotar, independentemente do estado civil, orientação sexual ou classe social. “O pretendente deverá apresentar uma diferença mínima de 16 (dezesseis) anos em relação à idade da criança ou adolescente que for adotado”, finalizou.

Tribunal de Justiça de São Paulo
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Anselmo Dequero
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