Teste do pezinho será ampliado e poderá detectar mais de 50 doenças

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SÃO PAULO – O Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deverá rastrear até 53 tipos de doenças nos recém-nascidos. Esta iniciativa, que está fundamentada numa Lei sancionada pelo governo federal, irá englobar 14 grupos de doenças. A medida passará a valer a partir de maio do próximo ano.

Esta ampliação do Teste do Pezinho contempla a atividade realizada pelo deputado Edmir Chedid (DEM), que apresentou projeto tornando obrigatória e gratuita a realização deste exame no Estado de São Paulo. “Esta Lei que apresentei em benefício da comunidade tornou-se referência nacional”, disse.

Na prática, o parlamentar explicou que poderão ser detectados até 53 tipos diferentes de enfermidades e condições especiais de saúde. “Esta ampliação ocorrerá de forma escalonada e caberá ao Ministério da Saúde estabelecer prazos para implementação de cada etapa do processo”, afirmou o parlamentar.

Na primeira está prevista a inclusão de doenças relacionadas ao excesso de fenilalanina; patologias da hemoglobina; e toxoplasmose congênita. Na segunda, serão detectados o nível elevado de galactose no sangue; aminoacidopatias; distúrbio do ciclo de ureia; e distúrbios de betaoxidação de ácidos graxos.

Já na terceira etapa, serão incluídas doenças que afetam o funcionamento celular, e, na quarta, os problemas genéticos no sistema imunológico. “A partir da quinta etapa será testada também a atrofia muscular espinhal. As mudanças entram em vigor 365 dias após a publicação da Lei”, comentou.

Disponível em Áudio

 

Informação
De acordo com a Lei, durante os atendimentos de pré-natal e de trabalho de parto, os profissionais de saúde deverão informar à gestante e para os acompanhantes sobre a importância do Teste do Pezinho e sobre eventuais diferenças existentes entre as modalidades oferecidas no SUS e na rede privada de saúde.

“Fico realmente feliz em ver o resultado do trabalho que iniciei em São Paulo servindo de exemplo ao país. Isso serve de estímulo para que outras iniciativas similares sejam implementadas em benefício da nossa comunidade”, garantiu o deputado Edmir Chedid, membro da Comissão de Saúde da Alesp.

 

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Anselmo Dequero
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