Ministério da Saúde antecipa campanha de combate a dengue no país

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SÃO PAULO – O Ministério da Saúde realiza uma campanha em nível nacional a fim de mobilizar a comunidade sobre a importância do combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da chikungunya, dengue, febre amarela urbana e zika. Segundo o deputado Edmir Chedid (DEM), a campanha publicitária possui o tema: “E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa por você”.

A campanha reforça a necessidade de combater os criadouros do mosquito Aedes aegypti com a chegada do período chuvoso. “Por isso, a campanha publicitária está sendo veiculada na internet, na televisão, no rádio e em outros meios de comunicação, como jornais e revistas de grande circulação. É importante que todos estejam atentos aos criadouros do mosquito Aedes Aegypti”, completou.

Membro efetivo da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o parlamentar declarou que o lançamento da campanha foi antecipado para setembro a fim de manter a mobilização nacional durante todo o ano. “Em anos anteriores, a ação começava em novembro, período de chuva e calor em quase todo o país, portanto, com maior incidência dessas doenças”, garantiu.

Com a antecipação, o Ministério da Saúde mobiliza os gestores estaduais e municipais para adiantarem as ações estratégicas no combate ao mosquito. “O ministro da Saúde lembrou que a sociedade é parte fundamental para a prevenção da chikungunya, dengue, febre amarela urbana e zika. O combate ao mosquito é uma questão de ação e atitude de toda a nossa população”, complementou.

Imagem: Iniciativa recebe apoio do deputado Edmir Chedid, membro da Comissão de Saúde.

 

Dados Oficiais
De janeiro a 24 de agosto de 2019 foram registrados 1.439.471 casos de dengue no país, aumento de 599,5% em relação ao mesmo período do ano passado (segundo o Ministério da Saúde). Neste ano, foram confirmadas 591 mortes em decorrência da doença. Minas Gerais é o Estado com maior incidência de dengue, seguido por Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Os casos de zika tiveram aumento de 47,1% neste ano, registrando 9.813 casos. Em 2018, foram 6.669 (neste ano foram confirmados duas mortes por zika). Em relação à chikungunya, os casos chegaram a 110.627 no período. No ano passado foram 76.742; em 2019, foram confirmados laboratorialmente 57 mortes decorrentes da doença. “Todo cuidado é pouco para se evitar as doenças”, disse.

 

Prevenção
A população é parte fundamental para evitar a reprodução e proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Neste sentido, é muito importante verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Uma vez por semana, lavar com água, sabão e esfregar com escova os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal e vasos de plantas”, afirmou Edmir Chedid.

Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios. Limpar as calhas, retirando as folhas que se acumularam no inverno, também é fundamental para evitar pequenas poças de água. “Temos que diminuir os casos e, consequentemente, estas mortes provocadas pelo mosquito; todos nós temos responsabilidades”, concluiu.

 

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Informações:
Anselmo Dequero
Assessor de Imprensa
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