Ipem-SP encontra irregularidades durante a Operação Páscoa

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SÃO PAULO – O governo estadual, por meio do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), encontrou nesta semana irregularidades em produtos durante fiscalização promovida pela Operação Páscoa (produtos embalados sem a presença do consumidor, denominados pré-medidos). O Instituto encaminhou relatório final ao deputado Edmir Chedid (DEM).

Segundo o documento, foram verificados ovos de chocolate com brinquedos em diversos municípios do Estado. Foram verificados 35 lotes nos laboratórios do instituto na capital, em Bauru, Campinas, São Carlos e São José do Rio Preto. “Dos 35 lotes, foram encontrados erros em 5 (14%)”, comentou.

Entre os produtos fiscalizados estavam bombons, trufas, chocolates de formatos variados, colombas e ovos de chocolate, a fim de constatar a fidelidade das indicações de peso/volume. “No ano passado, a operação identificou irregularidades em 71 lotes e encontrou erros em 15 (21%)”, completou.

Os produtos embalados – pré-medidos (ou seja, pesados sem a presença do consumidor) devem, obrigatoriamente, informar o peso/volume do item. “O consumidor pode utilizar as balanças disponibilizadas pelo supermercado – geralmente na área de hortifruti – para realizar a conferência. O valor deve sempre ser maior que o conteúdo nominal descrito na embalagem”, disse.

Lista de Irregularidades | Guia do Ipem-SP

 

Primeira fase
A primeira fase da Operação Páscoa foi realizada entre oito e 12 de abril, durante verificação de ovos de chocolate com brinquedos em supermercados e chocolaterias – de pequeno, médio e grande porte – na capital e em Araçatuba, Bauru, Pindamonhangaba, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto

No total, foram fiscalizados 130 estabelecimentos comerciais, sendo 10 irregulares (7%) durante a operação em brinquedos nos ovos de Páscoa. Ao todo foram verificados 9.330 ovos de chocolate, 180 (1,9%) estavam irregulares e os fabricantes foram autuados. As empresas autuadas pelo Ipem-SP têm 10 dias para apresentar defesa ao órgão (multas podem chegar a R$ 1,5 milhão).

 

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Informações:
Anselmo Dequero
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