Iamspe: Edmir Chedid lamenta postura adotada pelo governo estadual

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SÃO PAULO – O deputado Edmir Chedid (DEM) voltou a lamentar nesta terça-feira (07) a postura adotada pelo governo em relação à falta de investimentos para a manutenção das atividades e de planejamento à ampliação dos serviços prestados pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) aos profissionais que atuam e/ou residem no interior e litoral.

A afirmação ocorreu durante participação virtual do superintendente do Iamspe, Wilson Pollara, na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa (Alesp). “A deficiência observada em nível estadual tem resultado numa série de prejuízos à maioria dos profissionais que estão fora da capital, onde a atuação da autarquia é melhor se comparada à do interior e litoral”, declarou.

Em seu argumento, o parlamentar explicou que a postura do governo prejudica diretamente os convênios da autarquia. “Mesmo ante o aumento praticado sobre a contribuição do servidor público, o Iamspe ainda não conseguiu tornar atrativo seus valores de tabela às instituições de saúde. Desta forma, muitas infelizmente deixaram de renovar o convênio”, acrescentou.

Entre 2020 e 2021, a contribuição do servidor público para o Iamspe passou de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão, com aumento de praticamente meio bilhão de reais. “Na prática, significa dizer que, para o servidor, esse valor pulou de R$ 97,81, em 2020, para R$ 108,71, neste ano. Mesmo assim, muitos destes profissionais continuam sem acesso garantido aos serviços da autarquia no interior e no litoral, o que considero lamentável”, disse.

Região Bragantina
Edmir Chedid tem defendido mais investimentos ao governo a fim de garantir a retomada de convênios entre o Iamspe e as instituições de saúde do interior e do litoral. Desde 2020, por exemplo, atua para restabelecer o benefício aos servidores públicos estaduais do Circuito das Águas e da Região Bragantina. “Em Bragança Paulista, o convênio foi encerrado há 1,4 ano.”

À Comissão de Saúde, explicou que não é possível transferir o atendimento dos servidores às unidades de saúde mantidas pelo Iamspe na capital. “A distância gera despesas, que, em muitos casos, infelizmente são elevadas aos servidores estaduais. Além disso, o próprio Hospital do Servidor Público Estadual não pode atender toda a demanda”, finalizou Edmir Chedid.

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Informações:
Anselmo Dequero
Frank Toogood

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