Governo do Estado poderá instituir campanha sobre o Zóster

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SÃO PAULO – O governo estadual, por intermédio da Secretaria da Saúde, poderá instituir nos próximos anos a Campanha de Conscientização sobre o Zóster, de acordo com proposta do deputado Edmir Chedid (DEM). A iniciativa consta do Projeto de Lei 1051/2015, pronto para a Ordem do Dia – votação final.

O intuito é promover ampla divulgação em nível estadual das características desta doença – mais conhecida como “cobreiro” –, das causas e dos tratamentos dos sintomas, bem como da indicação das medidas preventivas a serem adotadas. “Este Projeto de Lei foi elaborado a partir da indicação de médicos especialistas e já está pronto para análise final dos parlamentares”, complementou.

De acordo com o parlamentar, a campanha deverá ser realizada por meio da veiculação de anúncios nos meios de comunicação, como internet, jornais, rádio etc., bem como pela fixação de cartazes e distribuição de cartilhas nos estabelecimentos públicos e privados de saúde. Também deverão ser realizadas palestras e audiências sobre o tema e cursos específicos aos profissionais de saúde.

“Depois de desenvolver a catapora, o que ocorre na infância, o indivíduo fica com o vírus adormecido no sistema nervoso. Quando ocorre queda na imunidade, pode surgir a reativação do vírus e o zóster. Seu principal sintoma ainda é a dor intensa na extensão do nervo da medula espinhal até a pele”, disse.

O Projeto de Lei está pronto há dois anos para a Ordem do Dia. Para tanto, recebeu parecer favorável das comissões permanentes de Constituição, Justiça e Redação (CCJR); Finanças, Orçamento e Planejamento (CFOP); e de Saúde (CS). “A expectativa é de que possa ser analisado por todos os deputados, e votado ainda neste ano, para que comece a vigorar a partir de 2002 no Estado”, afirmou.

 

Tratamento
Para o tratamento do zóster são utilizados medicamentos antivirais, na tentativa de diminuir tempo, nível de gravidade e complicações; analgésicos para reduzir a dor e corticosteroides para amenizar o processo inflamatório. Há também a disponibilidade de vacina para pessoas com mais de 50 anos de idade.

“Desta forma, verificando-se o amplo desconhecimento por parte da população sobre o zóster, bem como a gravidade das consequências de um não tratamento, justifica-se sobremaneira a relevância do Projeto de Lei, bem como a urgência na sua aprovação, razão pela qual peço apoio dos parlamentares para que a votação ocorra até o fim deste ano”, concluiu Edmir Chedid.

 

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Informações:
Anselmo Dequero
Assessor de Imprensa
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