Festas movimentam o Circuito das Águas e a Região Bragantina

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CAMPINAS – Os tradicionais festejos do mês de abril, relacionados principalmente à Páscoa, prometem movimentar os mais importantes destinos turísticos do Circuito das Águas e da Região Bragantina. Com o apoio de entidades religiosas, os municípios organizaram eventos característicos, como os de celebração da Festa do Divino Espírito Santo e da encenação da Paixão de Cristo.

No Circuito das Águas, o destaque fica para a tradicional celebração do Fecha Corpo – mais de 70 anos –, em Monte Alegre do Sul, e à encenação da Paixão de Cristo, em Serra Negra. “Os demais municípios, como Águas de Lindoia, Lindoia, Pedreira e Socorro, também possuem programação religiosa e festiva para o feriado prolongado da Semana Santa”, disse o deputado Edmir Chedid.

Os turistas também terão programação especial nos municípios da Região Bragantina. Em Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Joanópolis e Nazaré Paulista, por exemplo, entidades religiosas também irão apresentar a Paixão de Cristo, além das demais celebrações em alusão à data. “A região sempre foi referência para este tipo de atividade turística no Estado”, completou.

Edmir Chedid explicou que os municípios possuem rede hoteleira moderna para atender a demanda registrada nesta época do ano. “Os hotéis e as pousadas estão preparados, assim como o nosso comércio, que já organizou promoções especiais para os turistas. Afinal, o turismo ainda é uma das principais fontes de renda dos municípios do Circuito das Águas e da Região Bragantina”, garantiu.

 

Fecha Corpo
A celebração de Fecha Corpo, prevista para a manhã desta sexta-feira (19), atrai muitos turistas a Monte Alegre do Sul (Circuito das Águas). A partir das 6h, a Praça Bom Jesus, que fica na região central, se torna o ponto de encontro dos fiéis que procuram pela receita milagrosa (mistura especial que leva pinga com guiné ou arruda e, de quebra, um pãozinho com aliche para garantir o sucesso).

“A tradição começou em 1948, quando o monte-alegrense ‘Seu Zezé Valente’ estava muito doente e decidiu fazer uma receita, que aprendeu com a escrava Nhá Sabá. O ‘fechar o corpo’, conta a lenda, foi suficiente para a cura e até contra o mau olhado, a inveja e as doenças oportunistas”, finalizou Edmir Chedid.

 

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Anselmo Dequero
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