Edmir Chedid destaca importância de ações contra o Aedes aegypti

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SÃO PAULO – O deputado Edmir Chedid (DEM) ressaltou na Assembleia Legislativa (Alesp) a importância da força-tarefa instituída pelas secretarias estaduais de Educação e Saúde para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da chikungunya, dengue e do zika vírus. Esta iniciativa conta com o apoio de estudantes de escolas das redes privada e pública do Estado de São Paulo.

A ideia é evitar que as águas da chuva, bastante comuns nesta época do ano, fiquem acumuladas durante o recesso escolar. Além disso, o governo irá oferecer até a próxima sexta-feira (30) algumas atividades lúdicas, como gincanas e teatros, com a finalidade de sensibilizar crianças e adolescentes sobre a importância de eliminar água parada para proteger a população do Aedes aegypti.

“Esta iniciativa das secretarias antecede a Semana Estadual de Mobilização contra o mosquito, que será realizada entre 2 e 7 de dezembro e irá engajar a sociedade civil, municípios e organizações públicas e privadas para um mutirão em São Paulo focado em controlar a proliferação do vetor. A ideia, no entanto, é garantir que esta iniciativa continue nas escolas do Estado”, afirmou.

Membro efetivo da Comissão de Saúde da Alesp, Edmir Chedid reiterou que o enfrentamento ao Aedes aegypti deve ocorrer de forma coletiva e contínua, visando à prevenção contra doenças que podem aumentar no verão, quando as condições climáticas favorecem a proliferação dos mosquitos. “O exemplo dos estudantes deve ser seguido por toda nossa comunidade”, complementou.

 

Epidemiologia
Conforme diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS), as atividades ao enfrentamento do Aedes aegypti são de responsabilidade dos municípios; cabe ao governo do Estado, segundo o deputado Edmir Chedid, oferecer todo suporte necessário para o treinamento e o diagnóstico (por meio do Instituto Adolfo Lutz), além de monitorar a ocorrência de chikungunya, dengue e zika vírus.

Em 2019, até 11 de novembro, foram notificados 390.654 casos de dengue, com 256 óbitos. Houve ainda 72 casos de zika e 280 de chikungunya, sem óbitos de ambas as doenças. A dengue é uma doença sazonal, com oscilação de casos e aumento a cada três/quatro anos, em média. Em 2015, por exemplo, SP registrou recorde de infecções, com 709.445 casos e 513 óbitos. Devido a circulação do sorotipo 2 de dengue, neste ano, mesmo os pacientes que já tiveram dengue tipo 1, por exemplo, estão suscetíveis a infecções, o que contribui para o aumento de casos e até mesmo para a ocorrência de quadros clínicos mais graves.

Neste ano, dez cidades concentram 43,2% dos casos de dengue confirmados e somam 169.062 casos. São elas: São José do Rio Preto (32.822); Campinas (26.246); Bauru (26.088); Araraquara (23.876); São Paulo (16.617); Ribeirão Preto (13.748); Birigui (7.916); Araçatuba (7.782); Presidente Prudente (7.584) e Guarulhos (6.383).

 

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Informações:
Anselmo Dequero
Assessor de Imprensa
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