Banco de dados: São Paulo registra 1,3 mil pessoas desaparecidas

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SÃO PAULO – O Estado possui um banco de dados com informações sobre características físicas das pessoas desaparecidas com livre acesso para o público. Pela iniciativa, aprovada com o apoio do deputado Edmir Chedid (DEM), também é possível obter informações internas e sigilosas para investigação e identificação de pessoas.

De acordo com o parlamentar, o banco de dados em nível estadual é resultado da Lei 15.292/14, que criou a Política de Busca de Pessoas Desaparecidas. “Essa é uma questão bastante importante e discutida com frequência aqui na Assembleia Legislativa. Por isso meu apoio à iniciativa do Legislativo”, destacou.

Edmir Chedid afirmou que no site da Secretaria de Estado da Segurança Pública (ssp.sp.gov.br) é possível acessar o banco de dados com todas as imagens de crianças, adolescentes, jovens e adultos, homens e mulheres, que estão desaparecidos. Para isso, o internauta precisa clicar no link “Pessoas Desaparecidas”.

“A secretaria afirmou que, atualmente, há 1.315 pessoas no banco de desaparecidos. Somente em território paulista, no ano passado, foram registrados 18.909 desaparecimentos, sendo que 16.317 foram encontras. Em 2019, foram 18.913 e 15.069, respectivamente”, complementou o deputado Edmir Chedid.

 

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