Pinhalzinho poderá se tornar Município de Interesse Turístico (MIT)

Pinhalzinho poderá se tornar Município de Interesse Turístico (MIT)

4 de setembro de 2020

PINHALZINHO – O deputado Edmir Chedid (DEM) defendeu à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) a inclusão de Pinhalzinho entre os Municípios de Interesse Turístico (MITs). A proposta consta do Projeto de Lei 557/2020, que será analisado pelas comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e Atividades Econômicas (CAE) antes da votação final em plenário.

Em seu argumento, o parlamentar confirmou que o município possui diversos atrativos turísticos, principalmente os relacionados à gastronomia, produção rural e religião. Como exemplo, citou o cultivo do cogumelo – em especial o paris e o shitake. “Existe até uma festa dedicada ao produto, que geralmente ocorre entre os meses de outubro e novembro”, complementou.

Edmir Chedid também citou a gastronomia italiana como referência em Pinhalzinho. “Na região central há opções gastronômicas muito interessantes, como um restaurante que funciona nos fins de semana com a oferta de pratos tradicionais da cozinha daquele país, como massas frescas e molhos, pães e carnes, além dos vinhos vindos de diferentes lugares”, comentou.

Já os interessados em turismo rural têm a oportunidade de visitar uma propriedade que se dedica à produção de frutas exóticas, como atemoia, figo da índia, groselha e pitaia. “Durante a visita, que é acompanhada por responsáveis pela produção das frutas, o turista poderá conhecer as particularidades do cultivo, além de provar todas essas delícias”, disse o parlamentar.

A igreja matriz, obra do construtor Tomás de Camargo, possui uma imagem de Nossa Senhora de Copacabana – padroeira de Pinhalzinho –, que foi trazida de Barcelona. “O município possui os atrativos e a infraestrutura adequada para receber os turistas. Além disso, é importante destacar que Pinhalzinho está localizada entre outras estâncias, como Bragança Paulista.”

 

Tramitação
O Projeto de Lei 557/2020 deverá ser analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa. Em seguida, será encaminhado para a apreciação da Comissão de Atividades Econômicas (CAE) antes da votação final. “A expectativa é de que a matéria esteja finalizada no fim do primeiro semestre de 2021”, concluiu o parlamentar.

 

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