Estado de São Paulo recebe mais 1 milhão de doses da Coronavac

Estado de São Paulo recebe mais 1 milhão de doses da Coronavac

3 de dezembro de 2020

SÃO PAULO – O governo do Estado de São Paulo recebeu 600 litros a granel – que correspondem a um milhão de doses – da vacina Coronavac. Com a remessa desta quinta-feira (03), o deputado Edmir Chedid (DEM), membro efetivo da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), informou que o Estado passa a contar com 1,2 milhão de doses da vacina contra o coronavírus.

O parlamentar explicou que esta foi a segunda remessa a chegar no país. A primeira, com 120 mil doses prontas, ocorreu em 19 de novembro. “O Estado deverá receber 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas para aplicação e 40 milhões em forma de matéria-prima para produção, envase e rotulagem em fábrica própria do Instituto Butantan”, disse durante reunião no Centro de Contingência do Estado para monitorar e coordenar ações contra a propagação do coronavírus.

Edmir Chedid explicou ainda que a vacina a granel foi acondicionada em três bags de 200 litros cada, colocados num equipamento refrigerado a temperaturas entre 2 ºC a 8 ºC. “Agora, a matéria-prima será envasada pelo Butantan em frascos multidoses, conforme a configuração utilizada nas campanhas de vacinação realizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI)”, complementou.

O lote ainda passará por testes que deverão aferir e validar a qualidade da vacina e do processo produtivo. As demais remessas chegarão no decorrer das próximas semanas. “A vacina estará à disposição somente após a comprovação da eficácia, que deverá ocorrer após a conclusão da terceira fase dos estudos clínicos e posterior aprovação e registro por parte da Anvisa”, disse o parlamentar.

Imagem: Edmir Chedid após reunião no Centro de Contingência do Estado para monitorar e coordenar ações contra o coronavírus.

 

Eficácia
O governo estadual confirmou que a Coronavac é a mais segura entre as vacinas que estão em etapa final de estudos clínicos no Brasil. Do total de voluntários que receberam vacina ou placebo, apenas 35% apresentaram algum tipo de reação adversa, mas todas elas classificadas como leves, como febrícula ou dor no local da aplicação. Nenhuma reação adversa grave foi registrada nestes testes.

 

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